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Afinal, o que o Estado espera do modelo de OSS?

Artigo publicado no site da revista Medicina S/A nesta segunda-feira (13/06), aborda o que o Estado espera do modelo de Organizações Sociais de Saúde (OSS).

O texto é assinado por Renilson Rehem e Flavio Deulefeu, secretário-geral e presidente do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), e discorre sobre os desafios vividos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para garantir acesso universal à saúde a todos os brasileiros, especialmente nesse período de pandemia, e o que a gestão pública tem feito para enfrentar os agravos gerados por essa crise. Diante disso, modelos alternativos, dentre os quais se destaca o das OSS – presente em mais de 200 municípios brasileiros, 23 Estados e no Distrito Federal –, têm desempenhado papel essencial.

“Por meio de parcerias entre o poder público e instituições filantrópicas, qualificadas como OSS, é possível oferecer à população um SUS de alta eficiência e qualidade por meio da utilização de ferramentas privadas de gestão, permitindo maior agilidade na gestão de recursos humanos e na aquisição de medicamentos, insumos e equipamentos para as unidades públicas de saúde”, diz trecho do texto.

A publicação ressalta, ainda, que estas experiências têm apresentado resultados excelentes. No entanto, isso não significa que essa é uma alternativa simples e de fácil implementação e, muito menos, uma resolução mágica para as adversidades da gestão pública. “A adoção desse modelo exige do ente público contratante a compreensão de que se trata de uma parceria e o desenvolvimento da capacidade de planejamento, contratação, monitoramento, controle e avaliação”, ressaltam Renilson Rehem e Flavio Deulefeu.

Leia o artigo completo: https://medicinasa.com.br/modelo-de-oss/ 

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