Ibross tem novo secretário geral

De acordo com o previsto em seu Estatuto e após aprovação da Diretoria e da Assembleia, o IBROSS passou a contar com um Secretário Geral a partir de 01 de dezembro último.

Renilson Rehem, o novo secretário geral do Ibross, é médico formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e mestre em Administração de Saúde pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ocupou vários cargos na administração pública da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia e também no Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps). Além disso, foi secretário de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde (1998 a 2002) e secretário Adjunto de Saúde do Estado de São Paulo (2007 a 2009).

Como especialista em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e em planejamento de Recursos Humanos pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em parceria com a organização dos Estados Americanos (OEA), prestou consultorias para o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e organismos internacionais como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Mundial.

Segundo Rehem, sua função é por em prática as politicas definidas pela Diretoria e pela Assembleia, em prol do bom uso do modelo de Organizações Sociais no campo da saúde.

Rehem pretende atuar de maneira a divulgar o trabalho realizado pelo Ibross e disseminar conhecimentos sobre o modelo de gestão de unidades públicas de saúde em parceria que apesar de ter mais de 20 anos de história, ainda é muito desconhecido ou mal compreendido inclusive por aqueles gestores que o utilizam.

Para tanto, as ações prioritárias serão relacionadas à realização de eventos, a exemplo daqueles realizados nos últimos anos, em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU) e com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), parcerias para a realização de pesquisas e estudos sobre o modelo de gestão e a realização de cursos para a formação de profissionais para o adequado uso do modelo, tanto atuando na OSS quanto nas Secretarias estaduais e Municipais de Saúde, órgãos contratantes.


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